Promotor apresenta provas falsas para incriminar á Família Boca Aberta, alegando que assessores pagavam suas contas pessoais.

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Promotor apresenta provas falsas para incriminar á Família Boca Aberta, alegando que assessores pagavam suas contas pessoais.


Por Redação Londrina em 07/06/2021 às 16:03:20
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O Promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná, Renato de Lima Castro, emitiu acusações com provas falsas contra a Família Boca Aberta, entre os investigados, o Deputado Estadual Boca Aberta Jr, o Deputado Federal Boca Aberta e a Vereadora Mara Boca Aberta no caso de um possível pagamento de suas contas pessoais por dois assessores.

As provas falsas apresentadas pelo Promotor que representa MP, os dois parlamentares passaram, segundo o promotor a exigir, a partir de junho de 2019, que os funcionários comissionados do gabinete do Deputado Estadual Boca Aberta Jr, retirassem parte de seus salários para pagamentos de contas pessoais da família, como um suposto gabinete na Zona Leste da cidade, contas de luz, água, telefone e internet, além de outras despesas.

Veja o Link Abaixo:

https://cbnlondrina.com.br/materias/ex-prefeito-barbosa-neto-e-absolvido-em-processo-que-apurou-supostas-irregularidades-no-contrato-da-merenda-escolar

De acordo com as acusações falsas elaboradas pelo Promotor Renato de Lima Castro, forjando provas e intimidando algumas testemunhas escolhidas a dedo para prestar depoimentos em seu gabinete no MP, como ex-assessores e políticos derrotados na campanha de 2020, juntos tentaram denegrir a imagem da Família Boca Aberta na politica, soltando na mídia, denuncias falsas e com provas forjadas.


Além das falsas acusações que Família Boca Aberta vem recebendo pelo Promotor o mesmo diz que os três, Pai, Mãe e filho obrigavam os assessores a quitar os impostos relacionados ao pagamento de IPTU e um suposto pagamento de aluguel de campanha do gabinete localizado na Av. Santa Monica, nº 338, ainda afirma o promotor que o imóvel comercial estaria locado em nome da Família Boca Aberta.

Mas, quem usufruía do espaço locado era o ex-candidato derrotado e ex-assessor do Deputado Boca Aberta, Marcio Aurélio Elesbão, vulgo (Capoeira) e sua assessoria de campanha, organizada pela sua colaboradora.

IVONETE MOTA LAGUNA

Ivonete Mota Laguna e Adilson de Souza Ribeiro, este, ex-assessor do Deputado Boca Aberta Junior, Adilson e Ivonete também são testemunhas nas ações de acusações falsas contra a Família Boca Aberta, afirmam eles que, a locação do imóvel era determinada pelo Deputado Federal Boca Aberta como gabinete político e que o deputado os obrigavam a pegar parte de seus salários para pagamento desses suposto gabinete, bem como o pagamento de água, luz, telefone internet e IPTU, eles afirmam ainda que todas essas despesas eram pago por meio de ameaças cometidas pelo Deputado Federal Boca Aberta.


Quem possui um pouco de conhecimento na área política sabe que todos os candidatos que concorrerem a uma vaga seja ele no Executivo ou Legislativo desde Vereador até o Presidente da República, que, após uma eleição sendo vitorioso ou não é obrigatório pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que façam as suas devidas prestações de contas junto á Justiça Eleitoral, sendo assim o candidato derrotado pela terceira vez Márcio Aurélio Elesbão (Capoeira) na sua campanha de vereador, após a derrota nas urnas em Londrina, prestou conta dos seus gastos eleitoral ao órgão competente, também é sabido que qualquer cidadão seja ele candidato ou não poderá questionar a prestação de contas de qualquer candidato.

E assim o foi feito pelo candidato Douglas Bassetto, também derrotado, questionou as contas do ora denunciante, fazendo a seguinte pergunta:

Por porque não foi oficialmente declarado ao TSE sobre os gastos de campanha como:

Aluguel do comitê localizado na Avenida Santa Mônica, Zona Leste de Londrina, gastos com consumo de energia, água, serviços de internet e IPTU, locado em nome de sua colaboradora Ivonete Mota?

Confira no processo abaixo:

Veja que o candidato disse a Justiça Eleitoral:

MARCIO AURÉRIO (CAPOEIRA)

O senhor Márcio Aurélio Elesbão (Capoeira) confessou na prestação de conta eleitoral nº 0600432-66.2020.6.16.0146, que o imóvel foi locado no interesse da promoção de sua imagem, bem como foi custeado pela sua apoiadora politica e locatária do imóvel Ivonete Mota Laguna.

Veja o que diz Print do documento da prestação de conta.


Também declarado oficialmente na prestação de contas, que é de inteira responsabilidade de Ivonete Mota e Adilson Ribeiro o contrato do imóvel da Avenida Santa Monica Zona Leste da cidade de Londrina, conforme contrato abaixo:

Veja contrato:


Ainda diz em juízo Marcio Aurélio Elesbão (Capoeira) que o mesmo não tem nenhuma responsabilidade sobre esse imóvel alugado, a voluntária Ivonete Mota era então simpatizante da campanha do mesmo e também junto com Adilson Ribeiro, cujo são os oras denunciantes e testemunhas escolhidas pelo promotor Renato de Lina Castro (GEPATRIA) para prejudicar a família Boca Aberta.

ADILSON RIBEIRO

Adilson Ribeiro foi assessor e colaborador do gabinete do deputado Boca Aberta Júnior (PROS-PR).

Veja agora a sentença emitida pelo Juiz eleitoral que o referido gabinete era de responsabilidade de Ivonete Mota, na sentença do referido processo, isto é, na prestação de conta eleitoral nº 0600432-66.2020.6.16.0146, foi reconhecido pelo JUÍZ que, o local era utilizado e custeado por Ivonete Mota Laguna, que acusa falsamente a Família Boca Aberta de obriga-los a pagar.


Veja trecho da sentença judicial na prestação de contas do candidato derrotado.

Mesmo assim o magistrado não desaprovou a conta do então candidato, o sentenciando à aprovação de suas contas com ressalva.

Leia Mais: https://vejaparana.com/noticia/5831/por-que-a-familia-boca-aberta-e-tao-perseguida-pela-justica.html

Além do uso do Comitê locado e já demonstrado aqui em contrato pelos colaboradores citados acima, Ivonete Mota e Adilson Ribeiro, como escritório de campanha eleitoral do candidato, o imóvel também era usado como moradia e trabalhos de manicure, pedicura e depilação, pela contratante Ivonete, já confirmada e declarada no contrato de locação, apresentada que a mesma era responsável pelo imóvel na Zona Leste no endereço da Avenida Santa Mônica.



Veja a declaração oficial de contrato voluntario de Ivonete Mota na campanha do então candidato.


Procurado pela reportagem do Veja Paraná, o deputado Federal disse:

A verdade sempre aparece.

A família Boca Aberta diante desses fatos estará tomando todas as providências para processar civil e criminalmente todos os envolvidos inclusive o promotor do (GEPATRIA) Renato de Lima Castro com representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

As perseguições política contra a família Boca Aberta não tem limite.

Já existia desde 2015 uma grande perseguição politica e da imprensa local, agora essa perseguição superou os limites do inimaginável, foi montado um litisconsórcio, um grande conglomerado liderado pelo promotor Renato de Lima Castro, entre Promotores e Juízes Londrinenses para aniquilar definitivamente a Família Boca Aberta da política, nem que para isso eles se utilizam de golpe baixo como provas falsas e forjadas e da imprensa local para soltar o Fake News institucionalizado e esquemas do submundo do judiciário.

O promotor Renato De Lima Castro foi procurado pela reportagem, mas até o fechamento dessa matéria não retornou as ligações.

Conheça os modos operantes deste promotor para acusar sem provas e propor ações fraudulentas para assim denigrir a imagem das pessoas.

O promotor e o MP deveria convocar uma coletiva de imprensa para admitir que errou e pedir desculpas pela perseguição politica ao ex-prefeito.

Vale lembrar que o Promotor Renato de Lima Castro é o mesmo que acusou e entrou com ações midiáticas e mentirosas para incriminar e manchar a imagem do ex-prefeito Homero Barbosa Neto, no caso do suporto super faturamento da merenda escolar há época, e agora, após 10 anos o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) inocentou integralmente o ex-prefeito Barbosa da acusação falsa que o então promotor Renato confeccionou para o incriminar.

Lembrando que a 4ª Vara Criminal absolveu o ex-prefeito Barbosa Neto no processo em que ele era investigado por, supostamente, praticar irregularidades ao autorizar a prorrogação de um contrato com a empresa Geraldo J. Coan, que, entre 2011 e 2012, foi a responsável por fornecer a merenda escolar aos alunos da Rede Municipal de Educação. A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público questionou o fato de o município ter feito uma dispensa de licitação, ou seja, sem concorrência pública, para a contratação da empresa. Num primeiro momento, a recomendação do MP não foi cumprida, mas, em abril de 2012, o município voltou atrás e abriu uma licitação para contratar uma nova empresa, ficou comprovado que os acusados não tiveram nenhuma intenção de se beneficiar com o processo, bem como ficou demonstrada a ausência de prejuízo aos cofres públicos.

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