Após eliminação, Pia projeta próximo ciclo: 'Futuro promissor'

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Após eliminação, Pia projeta próximo ciclo: 'Futuro promissor'

 Em agosto, Pia completa dois anos como técnica da seleção feminina do Brasil

Uma derrota doída, que serve de combustível para trabalhar por mais. Assim a técnica sueca Pia Sundhage resumiu a eliminação da seleção brasileira diante do Canadá, nesta sexta-feira (30), nas quartas de final dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Para a treinadora, um ritmo de jogo mais veloz poderia ter ajudado a equipe na partida.

"Estou muito triste e peço desculpas por não termos conquistado a vaga nas semifinais. Tenho que voltar e fazer melhor meu dever de casa para que a gente se saia melhor da próxima vez. Acho que o jogo foi emocionante, nós jogamos bem, mas talvez pudéssemos imprimir um ritmo mais veloz. No fim das contas, o Canadá dificultou muito as coisas para nós, e perder nos pênaltis é muito difícil", lamentou.

Pia completa, neste mês, dois anos no comando do Brasil. Para o próximo ciclo, ela vê como prioridade o desenvolvimento de dois aspectos da equipe: o físico e o psicológico.

"A mensagem que fica é que o futuro do futebol feminino brasileiro é promissor. Se o Brasil quer, e nós queremos, estar o mais alto possível no nível internacional, precisamos trabalhar duas coisas: melhorar nosso condicionamento físico, para ter a capacidade de fazer, ao fim do jogo, todas as coisas maravilhosas que somos capazes de fazer no início da partida ou de um torneio, e também um pouco do aspecto psicológico. Juntos, esses dois compõem também a força de um time. Eu acho que fomos um time bem coeso, e acho que há margem para melhora nesses setores", admitiu.

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