Biden: Entramos no Afeganistão para derrotar a Al-Qaeda e fizemos isso

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Biden: Entramos no Afeganistão para derrotar a Al-Qaeda e fizemos isso

  

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, fala sobre situação no Afeganistão

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, fala sobre situação no Afeganistão

Foto: Reprodução/CNN Brasil (20.ago.2021)

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, afirmou em uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (20) que as forças militares do país entraram no Afeganistão para derrotar a organização terrorista Al-Qaeda após os ataques do 11 de setembro – missão que o presidente considera completa.

Agora, o foco do país é retirar os americanos e aliados afegãos que ainda estão no país dominado pelo Talibã.

Segundo Biden, os EUA fizeram um acordo com o Talibã para que todos os americanos pudessem pelos postos de controle nos arredores do aeroporto de Cabul. Contestado por jornalistas sobre a situação de intérpretes afegãos e demais aliados que estão sob ameaça, o presidente americano afirmou que "estão fazendo todo o possível" para também levá-los aos EUA.

"Nós iremos fazer tudo o que pudermos para garantir uma evacuação segura para nossos aliados afegãos, parceiros, e afegãos que possam ser alvo do Talibã devido a sua associação com os Estados Unidos", disse. Desde a queda de Cabul para o Talibã, mais de 13 mil pessoas já foram evacuadas, informou.

Na coletiva, Biden afirmou que o país também trabalha para retirar 204 jornalistas do Afeganistão, e que os quase 6 mil soldados presentes na região ajudarão no processo de retirada de todos em um processo sem data definida para acabar. 

Segundo ele, até o momento não foram registrados problemas na evacuação dos cidadãos americanos do país, mas não se sabe exatamente qual é o número de pessoas que embarcarão em direção aos EUA. Novamente, mencionou que qualquer retaliação contará com uma resposta "rápida e forte". 

Essa foi a segunda coletiva de imprensa concedida pelo presidente americano desde que o Talibã tomou Cabul, na última semana. Ao ser questionado sobre críticas que o país vem recebendo pela conduta da operação, Joe Biden voltou a dizer que a decisão da retirada das tropas foi sua, e que os EUA contam com o apoio dos países parceiros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). 

Uma reunião entre os países que compõem o G7 também deve acontecer para tratativas sobre o domínio do Talibã no país, afirmou Biden, que garantiu "pressão internacional" contra o grupo. O G7, acrescentou o presidente, já havia sido informado na última reunião de sua decisão acerca da presença americana no Afeganistão, afirmou, pela qual recebeu "suporte".

*Com informações da Reuters

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