Operação mira comércio ilegal de cigarros eletrônicos em Curitiba e apreende mais de 10 mil itens

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Operação mira comércio ilegal de cigarros eletrônicos em Curitiba e apreende mais de 10 mil itens

 Três pessoas foram presas e mais de 860 cigarros eletrônicos e mais de 6 mil essências de narguilé foram apreendidos durante uma operação que envolveu a Ação Integrada de Fiscalização Urbana (AIFU), a Receita Federal, o Procon, a Secretaria de Justiça, Família e Trabalho (SEJUF) e a Secretaria Municipal do Urbanismo nesta quinta-feira (05/08). O trabalho dos policiais e agentes foi para combater o comércio ilegal de cigarros eletrônicos e materiais para uso de narguilé contrabandeados na Capital.  -  Curitiba, 06/08/2021  -  Foto: SESP-PR

© SESP-PR

Três pessoas foram presas e mais de 6 mil essências de narguilé foram apreendidos durante uma operação que envolveu a Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu), nesta quinta-feira (5). A operação envolveu a Receita Federal, o Procon, a Secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) e a Secretaria Municipal do Urbanismo.

O trabalho dos policiais e agentes foi para combater o comércio ilegal de cigarros eletrônicos e materiais para uso de narguilé contrabandeados na Capital.

Os materiais ilícitos foram encontrados em três estabelecimentos comerciais nos bairros Sítio Cercado, Xaxim e Centro. Ao todo, foram apreendidos 6.287 essências de narguilé, 3.014 essências líquidas para cigarros eletrônicos, 862 cigarros eletrônicos e 168 acessórios, como ponteiras, refil e carregadores.

Os responsáveis pelos três pontos abordados foram encaminhados e os itens apreendidos e encaminhados à Receita Federal.

“Os estabelecimentos foram fechados pela Aifu e multados pela Secretaria Municipal de Urbanismo, no valor total de R$ 130 mil. Durante as abordagens ainda foram lavradas seis autuações administrativas pela violação do decreto municipal que veda o funcionamento de tabacarias como medida de combate ao coronavírus”, explicou o coordenador da Aifu, capitão Ronaldo Carlos Goulart.

A atuação aconteceu após a percepção de alta incidência de comércio e uso dos cigarros eletrônicos, popularmente conhecidos como “vapers”. Este material é proibido no Brasil desde 2009, pela resolução 46 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que também impede a importação e a propaganda desses cigarros.

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