Guedes defende 'licença' para furar teto de gastos por auxílio de R$ 400: 'Queremos ser um governo reformista e popular'

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Guedes defende 'licença' para furar teto de gastos por auxílio de R$ 400: 'Queremos ser um governo reformista e popular'

 O ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: Washington Costa / Ministério da Economia

BRASÍLIA — O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta quarta-feira que o Auxílio Brasil de R$ 400 deverá ser pago em parte fora do teto de gastos, regra que impede o crescimento das despesas da União acima da inflação.

O programa, segundo Guedes, é temporário e necessário para atender às famílias mais vulneráveis afetadas pela inflação. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o programa será feito sem 'furar o teto'.

Guedes disse que o governo deve pedir o que chamou de “waiver” (suspensão da regra) para gastar mais de maneira temporária. Guedes também confirmou que esse  “waiver” seria de "pouco mais" de R$ 30 bilhões fora do teto, como insiste a equipe econômica.

— Como nós queremos essa camada de proteção para os mais frágeis, nós pediríamos que isso viesse como um waiver, para atenuar o impacto socioeconômico da pandemia. Estamos ainda finalizando, vendo se conseguimos compatibilizar isso — disse o ministro, em evento da construção civil que ele participou virtualmente.

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