Vereador fecha acordo com o MP-PR e terá que devolver quase R$ 10 mil em diárias usadas de forma irregular

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Vereador fecha acordo com o MP-PR e terá que devolver quase R$ 10 mil em diárias usadas de forma irregular

 


 

O vereador Roberto Mendes da Silva (MDB), de Santa Isabel do Ivaí, no noroeste do Paraná, fechou acordo com o Ministério Público do estado (MP-PR) em que se comprometeu a devolver quase R$ 10 mil desviados em falsas diárias.

 

Segundo o MP-PR, o parlamentar confessou que, enquanto atuava como presidente da Casa, emitiu dois cheques da câmara para o pagamento de diárias inexistentes em nome de outro vereador.

Os cheques, segundo os promotores foram emitidos em novembro de 2010 e março de 2011, nos valores de R$ 1.050 e R$ 1.148. O dinheiro, segundo confissão do vereador, foi usado para benefício próprio.

 

Ele terá que devolver, como reparação dos danos, R$ 9.987,13 que podem ser parcelados em até 15 vezes.

No acordo, além da devolução do dinheiro, o vereador se comprometeu a emitir uma nota pública de retratação, em que pediu "sinceras desculpas a todos os membros da cidade" e afirmou que "este episódio não irá mais ocorrer".

Roberto Mendes também terá que fazer pagamento de prestação pecuniária no valor de dois salários mínimos a uma entidade pública ou de interesse social a ser indicada pela Justiça.

g1 e a RPC não conseguiram contato com o vereador.

Vereador fechou acordo para devolver quase R$ 10 mil por diárias indevidas e emitiu nota de desculpas, em Santa Isabel do Ivaí — Foto: Reprodução/RPC

O promotor Rafael Guerra Costa comentou o acordo, diante da confissão do parlamentar. Segundo ele, a pena para o caso de peculato, desvio, em pena mínima, não ultrapassa quatro anos.

 

"As soluções que foram acordadas com o investigado foram a reparação do dano à câmara, com pagamento em 15 parcelas, e também a prestação pecuniária no valor de dois salários mínimos a uma instituição", afirmou.

 

A Câmara disse que o vereador assinou o acordo junto ao MP-PR, não se tratando de uma condenação penal pelos fatos supostamente praticados. A Casa destacou que o fato analisado não é referentes à atual legislatura.

 

FONTE – G1 PR

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