Justiça condenada outra pessoa por racismo em Cornélio Procópio

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Justiça condenada outra pessoa por racismo em Cornélio Procópio

 

É o segundo caso de condenação ocorrido pelo mesmo crime este ano no município. 

A Vara Criminal de Cornélio Procópio, condenou pelo crime de racismo um homem que, em julho de 2020, recusou ser atendido por uma funcionária negra em um posto de combustível do município.

De acordo com a denúncia, oferecida pela 2ª Promotoria de Justiça de Cornélio Procópio, o réu, agora condenado, teria dito “eu não vou nessa bomba, vou na outra porque sou racista”, fala que teria sido reiterada no momento do atendimento, sendo necessário que outra funcionária finalizasse o serviço.

O réu recebeu a pena de  um ano e dois meses de reclusão, que foi substituída por sanções restritivas de direitos. Na decisão, o Juízo também renovou, por 180 dias, medida protetiva já vigente que determina que o denunciado mantenha distância mínima de 200 metros da mulher que foi vítima do crime.

Em caso de descumprimento poderá ser decretada a prisão preventiva do autor do crime.

SEGUNDO CASO -

Em 23 fevereiro de 2022, uma mulher procopense foi condenada a dois anos e quatro meses de reclusão por fazer postagens racistas na internet. Conforme o processo, por causa de um suposto desentendimento com uma conhecida, ela fez duas publicações em que declarou: “Ó povo mais nojento que preto” e “Tem negro de dar nojo”. 

Nas postagens, feitas em 24 e 25 de abril de 2021, a mulher praticou discriminação e preconceito de cor e raça contra a população negra, conforme a sentença. 

De acordo com o MP-PR, a denunciada confessou o crime em uma audiência judicial e, por isso, teve a pena privativa de liberdade substituída por pagamento de multa de dois salários-mínimos e prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período da pena inicial. 

Com informações do MPPR – G1.

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