A bomba de Weintraub era um peido de véia, segundo o Palácio do Planalto

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A bomba de Weintraub era um peido de véia, segundo o Palácio do Planalto

 Uma mão segura 'peido de véia' ao lado do ex-ministro Abraham Weintraub


O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, pré-candidato do Partido da Mulher ao governo de São Paulo, prometeu ontem à noite uma “bomba” contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). Mas tudo não passou apenas de um “peido de véia”, segundo avaliação do Palácio do Planalto.

Peido de véia é um artefato com pólvora que explore quando as crianças o atiram ao chão. Esse dispositivo é bastante comum no período das festas juninas.

Esclarecido isso, Weintraub jurou que iria fazer revelações que derrubariam a República. No entanto, quem perdeu tempo assistindo à live se frustrou. Ele não entregou o que anunciara.

O ex-ministro passou boa parte do tempo criticando a voracidade do Centrão por cargos e disse que Bolsonaro é 100% vulnerável ao Valdemar da Costa Neto e ao Ciro Nogueira.

O papo de Weintraub é que Bolsonaro faz de tudo para se manter no poder e não tomar impeachment. Ou seja, o ex-titular do MEC disse que o presidente é chantageado e por isso as “pautas” extremistas [de costume] vão se perdendo.

Além de Abraham, seu irmão Arthur Weintraub e o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, participaram da transmissão nas redes sociais.

O ex-senador Roberto Requião (PT), pré-candidato ao governo do Paraná, aguentou cinco minutos de live dos bolsonaristas desgarrados.

– A live dos Wentrabs não passa de descrição tola de briga de família. Não ganharam um presente de Natal e não foram beijados na boca – ironizou.

Durante o chororô dos irmãos Weintraub, eles várias vezes falaram das pessoas que seriam “brifadas” pelo gabinete do ódio. No entanto, eles não declinaram nomes.

Na linguagem da imprensa e do mundo publicitário, “brifar” significa passar informação antecipada sobre determinado assunto numa reunião ou coletiva de imprensa. Ou direcionar a pauta de acordo com os interesse daquele que faz o “briefing”.

Fonte: Esmael Moraes

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