Entidades representativas de policiais civis e militares repudiam confronto entre polícias no Paraná

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Entidades representativas de policiais civis e militares repudiam confronto entre polícias no Paraná

 Entidades representativas de policiais repudiam confronto entre policiais no Paraná

Entidades representativas de policiais civis e militares repudiam confronto entre polícias no Paraná

Entidades representativas de policiais civis e militares, em nota, manifestaram nesta segunda-feira (11/04) repúdio ao confronto entre as forças de segurança no Paraná. As lideranças das categorias apontam o governador Ratinho Junior (PSD) como responsável pela violência entre companheiros de armas.

Os policiais civis acusam Major Rodrigo, Subchefe da Casa Militar, de desligar à força carro de som dos policiais civis em manifestação. A ação antissindical poderia ter causado mais violência porque colocou em risco os profissionais que protestavam nas proximidades do Detran, em Curitiba.

Polícia x Polícia: Protesto contra Ratinho Junior transforma Curitiba em praça de guerra; vídeos

Adepol (Associação de Delegados de Polícia) afirmaram que o governo Ratinho Junior parece acreditar que pode calar o cidadão policial civil com spray de pimenta, escudo balístico e cassetete. “O governador transformou uma manifestação pacífica em campo de batalha”, diz um trecho do documento [clique aqui para ler a íntegra].

O presidente do Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná (Sinclapol), Kamil Salmen, denunciou em vídeo a agressão e classificou o governo Ratinho como “o pior da história” do Paraná. Além disso, o líder dos policiais prometeu intensificar os protestos no estado. “Onde o senhor estiver, nós, os professores, os servidores públicos estaremos”, disse.

Antônio Simião, presidente do Sindicado dos Delegados de Polícia do Estado do Paraná (Sidepol), também em nota, lamentou veementemente o fato ocorrido na manhã de hoje dia 11
de abril de 2022. “Fica aqui registrada esta NOTA DE REPÚDIO, a este ato vergonhoso do Senhor Governador que equivocadamente determina a repreensão, e censura o direito a livre manifestação”, diz o documento.

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