Pai e filho morrem abraçados durante execução motivada por herança em ceia de Natal no Paraná, diz bombeiro

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Pai e filho morrem abraçados durante execução motivada por herança em ceia de Natal no Paraná, diz bombeiro

 

Em briga por herança, homem mata três pessoas da mesma família e deixa dois feridos, dizem Bombeiros — Foto: Corpo de Bombeiros

Em briga por herança, homem mata três pessoas da mesma família e deixa dois feridos, dizem Bombeiros — Foto: Corpo de Bombeiros


Os corpos de pai e filho foram encontrados abraçados na casa onde três pessoas da mesma família morreram e outras quatro ficaram feridas após uma sequência de tiros durante a ceia de Natal, no domingo (24), em Maringá, no norte do Paraná, segundo o Corpo de Bombeiros.

Conforme a Polícia Militar (PM-PR), a motivação do crime está ligada à divisão da herança entre os familiares. Dario Jorge Kodama, de 56 anos, suspeito dos disparos, se matou na sequência. 

Ao chegar ao local, equipes do Corpo de Bombeiros viram as vítimas caídas no fundo da casa, ao lado da churrasqueira. O filho, de 24 anos, estava abraçado ao pai, de 53 anos.

"Morreram um abraçado com o outro. Talvez o filho foi proteger o pai ou o pai proteger o filho, algo do tipo", disse o aspirante Eduardo Poleto, do Corpo de Bombeiros.

O corpo do enteado do homem de 53 anos estava caído a um metro de distância, conforme o aspirante. O rapaz tinha 18 anos.

A namorada dele foi baleada diversas vezes, foi socorrida em estado grave e levada para o hospital.

Dois jovens, de 16 e 26 anos, levaram tiros no pescoço e no tórax e conseguiram fugir pulando um muro. A outra vítima, dona da casa, foi atingida na perna sem gravidades.

Outra pessoa que estava no local conseguiu se trancar em um dos cômodos e não ficou ferida.

Câmera registrou o barulho dos tiros


Uma câmera de segurança registrou a sequência de tiros disparados, segundo a polícia, por Dario Jorge Kodama, logo após ele ter invadido a casa. 

No vídeo, é possível ouvir cerca de 15 tiros. No entanto, não dá para ver a movimentação do suspeito.

Familiares estavam confraternizando


Segundo o tenente Martmann, da Polícia Militar, cerca de 10 pessoas estavam reunidas na confraternização quando o homem cometeu o crime. Em seguida, ele atentou contra a própria vida.

De acordo com a PM, Dario era irmão da dona da casa.

Até a última atualização desta reportagem, não havia informações oficiais sobre a identidade dos mortos, nem do grau de parentesco ou envolvimento deles com o autor dos disparos.

"O indivíduo entrou e passou a efetuar os disparos no pessoal que estava confraternizando. Seria um desentendimento familiar sobre a herança", disse.

O caso será investigado pela Polícia Civil (PC-PR).

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